A pandemia ainda nos assusta e nossa esperança é a vacinação

Por: Maia Filho, superintendente de representação do Piauí em Brasília e ex-deputado federal.
Por Redação Verdes Campos Sat 22 de Fevereiro de 2021 às 15:25

Foto: Reprodução/ Internet Superintendente de representação do Piauí em Brasília e ex-deputado federal, Maia Filho.
Superintendente de representação do Piauí em Brasília e ex-deputado federal, Maia Filho.

É fundamental cumprir a estratégia de vacinação para enfrentar a pandemia da Covid-19 no país. Além da celeridade na distribuição das doses, fazer isso inclui o respeito e entendimento de que esse primeiro momento é destinado aos grupos prioritários. No primeiro lote, 6 milhões de doses da CoronaVac, do Instituto Butantan juntamente com a farmacêutica chinesa Sinovac, foram distribuídas. Já no segundo, cerca de 900 mil doses foram liberadas. Mais do que vacinas, isso representa esperança e a certeza de dias melhores frente a tantas dúvidas e receios.

Em uma análise mais próxima da nossa realidade, a Secretária de Saúde do Piauí (Sesapi) divulgou que o nosso Estado recebeu em janeiro 61 mil doses da Coronavac. Além disso, em um momento posterior, tivemos acesso a mais 24 mil doses da Vacina de Oxford, que servem para a continuidade dessa importante ação que é a vacinação. Esse é um dos métodos mais seguros para garantir a segurança da população mundial, já tendo contribuído para a prevenção e erradicação de diversas doenças ao longo dos séculos.

Infelizmente, os casos de Covid-19 no Estado têm aumentado, com pessoas próximas a todos nós tendo mais chances de ficarem doentes devido ao vírus. Diante disso tudo, dos medos, fomos agraciados pela competência e eficácia da ciência, que colocou à disposição da sociedade vacinas eficazes para a imunização das pessoas, em curto espaço de tempo. Entretanto, em meio a tantas crendices infundadas e disseminação de notícias inverídicas, tem se tornado comum ouvir declarações contrárias à segurança da vacina e recusas em tomá-las, o que prejudica bastante nossa guerra contra o coronavírus.

Antes de chegar à população, as vacinas passam por uma sequência extremamente minuciosa de estudos, testes e avaliações rigorosas, para comprovar sua eficácia. Inclusive, no Brasil, quem acompanha, regulamenta e monitora criteriosamente esses processos é Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que deu aval para o uso emergencial da vacina. Assim, meu alerta é para que se compreenda algo essencial: jamais a ciência vai colocar à disposição das pessoas alguma droga/imunizante que vai prejudicá-las. Não fez no passado, não fará no presente e muito menos no futuro.

Que todos pensem cuidadosamente sobre esse assunto. Não somente por si, mas pela segurança dos seus parentes, amigos e consciência coletiva para sairmos dessa pandemia o mais brevemente possível. É esse simples ato que vai nos ajudar a erradicar a doença do mundo. A pandemia ainda nos assusta e nossa esperança é a vacina!

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