Com Darlan e revezamento em finais, Brasil tem o Dia D na briga por medalhas no Mundial de Atletismo

Ainda sem ter subido no pódio na competição, país pode ter sábado vitorioso em Doha. Arremessador é o atual número 2 do mundo, enquanto 4x100m vem de título inédito no Japão

Foto: Reprodução / Internet Darlan
Darlan

Chegou o dia que todo torcedor brasileiro esperava no Mundial de Atletismo de Doha. Neste sábado, penúltima data da competição, é quando acontecem as finais do arremesso de peso e revezamento 4x100m masculino, provas nas quais o Brasil está credenciado a brigar pelo pódio. No peso, Darlan Romani chega à decisão como atual número 2 do mundo. Já no 4x100m masculino, o país vem de um inédito título no Mundial de Revezamentos em maio, em Yokohama, no Japão.

O SporTV2 transmite todo o Mundial de Atletismo ao vivo, e o GloboEsporte.com acompanha em tempo real. A final do arremesso de peso acontece a partir das 14h05. Às 16h15 será a vez de Rodrigo Nascimento, Vitor Hugo dos Santos, Derick Silva e Paulo André Camilo buscarem a medalha no 4x100m masculino.

- Sabemos que cometemos alguns erros na eliminatória. Vamos sentar e conversar para melhorar para essa final. A gente errou, mas conseguiu o melhor tempo do ano. Isso é bom. Agora é hora de descansar e manter os pés no chão até entrar na pista. - disse Derick, que foi emendado por Paulo André na zona mista do Estádio Khalifa.

- Foi uma prova forte, tanto que conseguimos esse recorde sul-americano. Colocamos o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio, que era um dos objetivos. Agora nós temos um título mundial para defender e vamos nos esforçar para isso - comentou o principal velocista brasileiro.

Darlan Romani também chega para a sua final após fazer uma eliminatória consistente. O catarinense de Concórdia só precisou de um arremesso para cravar 21,69m e avançar à decisão com a segunda melhor marca da série. A liderança ficou com o neozelandês Tomas Walsh, que arremessou 21,92m. Ao todo, 10 arremessadores passaram à final. Na decisão, cada um terá direito a seis arremessos, três a mais que na eliminatória.

- A eliminatória é a parte mais difícil do Mundial, porque você tem uma margem de erro muito pequena. Agora é uma outra competição. Estou feliz com esse meu primeiro resultado em Doha, mas agora tenho que fazer uns ajustes. Tive uma evolução mental muito grande do último Mundial (Londres 2017) para cá. Competir sempre contra os melhores do mundo me ajudou muito a evoluir nesse processo - afirmou Darlan.

O Brasil soma um total de 13 medalhas na história do Mundial de Atletismo. Em Londres 2017, o país subiu ao pódio apenas com Caio Bonfim, bronze na marcha atlética 20km. O único ouro brasileiro foi conquistado em 2011, no Mundial de Daegu, na Coreia do Sul, com Fabiana Murer no salto com vara. Esta é a 17ª edição do Mundial de Atletismo, criado em 1983.

Fonte: Globo Esporte

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