Fábio Abreu se diz preocupado com a situação na zona rural de Teresina

Fábio Abreu, voltou a se manifestar sobre a situação da zona rural do município.

Foto: Reprodução/ Internet Pré-candidato a prefeito pelo PL, Fábio Abreu.
Pré-candidato a prefeito pelo PL, Fábio Abreu.

Durante as últimas vistas dessa semana, quando a caravana da Mudança com a Força do Povo esteve visitando o Povoado Boa Hora, Santo Antônio II, Povoado Aves Verde, e a região da Cacimba Velha, o pré-candidato a prefeito pelo PL, Fábio Abreu, voltou a se manifestar sobre a situação da zona rural do município.

Fábio Abreu enfatizou que a preocupação nas regiões mais distantes da capital vai desde escolas com funcionamento precário até a constante falta de água e de transporte público de qualidade.

"Enquanto Deputado Federal, trouxemos benefícios como tratores, maquinário, ferramentas, instalações de poços artesianos e bombas d'água para as famílias rurais obterem renda e sua subsistência. Poderemos fazer muito mais, coisa que a gestão atual da Prefeitura pouco se importa. Prova disso são as estradas e as necessidades básicas que essa população enfrenta nas comunidades" avaliou.

Fábio Abreu lamentou ainda o fato das famílias e a população rural terem perdido, nos últimos anos, muitos benefícios pelo fato das verbas que foram direcionadas para essas comunidades terem sido barradas pela gestão municipal. Segundo ele, mais de 700 famílias acabaram sendo prejudicadas.

"Me preocupa muita o fato de não pertencer ao grupo político deles, nossas emendas para esses assentamentos e povoados não serem executadas. Será questão de honra melhorar a questão da água, da saúde, e da educação porque vivi nessas redondezas e queremos trazer mais qualidade de vida e dignidade a essas mais de 700 famílias esquecidas", frisou.

Em seus encontros, Fábio Abreu aproveitou ainda para citar algumas emendas que não foram aceitas pelo grupo da atual gestão da prefeitura municipal.

De acordo com o candidato do PL, recursos no valor de cinco milhões de reais em banheiros públicos, recursos para estradas vicinais e construções de unidades básicas de saúde nunca foram aceitas pela PMT.

"Destinamos emendas para dezenas de comunidades rurais, e eles se negaram dizendo na época que já estavam com projetos prontos para essas famílias, e assim não necessitavam da aplicação dessas emendas. Quando voltamos aqui, percebemos que tudo não se tratava de pura cisma e perseguição", desabafou.

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