Hospital Regional de Campo Maior começa realizar partos após interdição de maternidade pelo CRM

O setor de obstetrícia do hospital estava desativado desde 2015 e foi reativado para suprir parte da demanda deixada pela unidade após a interdição feita pelo Conselho Regional de Medicina

Foto: Reprodução / Internet Imagem representativa
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Seis crianças nasceram no Hospital Regional de Campo Maior, desde que a unidade passou a fazer partos nessa segunda-feira (3), após a interdição da maternidade Sigefredo Pacheco pelo Conselho Regional de Medicina do Piauí (CRM-PI). O setor de obstetrícia do hospital estava desativado desde 2015 e foi reativado para suprir parte da demanda deixada pela maternidade.

De acordo com o hospital, até essa terça-feira (4) foram realizados três partos normais e três cesáreas. Mas, após a interdição da maternidade Sigefredo Pacheco a previsão é que esse número cresça, já que pelo menos 16 municípios da região eram atendidos na unidade.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi), são registrados na região cerca de 120 nascimentos por mês. Com 39 semanas de gestação, a jovem Laysa Silva, 20 anos, contribuiu com a estatística após uma cesárea realizada no Hospital Regional de Campo Maior.

Maternidade interditada

A Polícia Civil investiga quatro denúncias realizadas contra a maternidade Sigefredo Pacheco. Duas delas são de mulheres que morreram após serem atendidas na unidade de saúde. As outras duas são por erro médico e corrupção.

O Ministério Público também recebeu denúncias contra a maternidade ao longo dos últimos três anos. O órgão afirmou fez um Termo de Ajuste de Condutas (TAC) com a unidade há cerca de um mês, mas ele não foi cumprido.

Fonte: G1

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