IBGE aponta que o índice de alfabetização no Piauí é de 16%

Dados apontam resultados positivos

Foto: Divulgação No Piauí, jovens tem mais acesso à educação que os idosos
No Piauí, jovens tem mais acesso à educação que os idosos

O Governo do Estado do Piauí divulgou nesta quarta-feira (09) dados relativos ao analfabetismo no estado. De acordo o órgão público, os dados apontam resultados positivos. Os índices apresentados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE).

No Brasil, com base nos números, cerca de 98,7% das pessoas com idades entre 06 e 14 anos frequentam a escola. Além disso, a taxa de escolaridade entre os jovens brasileiros de 15 a 17 anos chega a 93,5%.

No Piauí, os jovens a partir de 15 anos de idade, têm mais acesso à educação do que as pessoas idosas. Atualmente, o índice de analfabetismo no estado é de 16%. O superintendente de Educação Técnica e Profissional e Educação de Jovens e Adultos da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), José Barros Sobrinho, considera os resultados como um avanço para o estado.

“Nos últimos dez anos tivemos uma redução no índice de analfabetismo. Em 2010, a taxa de analfabetos no estado marcava 22,9% e hoje estamos com 16%, pois até então não tínhamos programa próprio de alfabetização. Este ano, por autorização do governador Wellington Dias, será executado um programa próprio para alfabetização de jovens e adultos. A nossa meta é alfabetizar 200 mil jovens e adultos piauienses, aliado à educação profissional. Então, o Piauí tem sim o que comemorar nesta data”, disse Sobrinho.

Ontem, 08 de setembro, foi o Dia Internacional da Alfabetização, data instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). Além dos dados da pesquisa, foram apresentados projetos do Governo do Piauí como foco na alfabetização. 

“Com os piauienses alfabetizados vamos fazer os exames de suplência para que concluam o ensino fundamental, siga com o ensino médio e assim tenham a oportunidade de certificar sua profissão. Para aqueles que não possuem uma profissão, se matricule na EJA para ter a certificação e se inserir no mercado de trabalho”, complementou Sobrinho.

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