Médico que fez autópsia em Jeffrey Epstein conclui que foi um suicídio

Causa da morte havia sido posta em dúvida em uma reportagem do jornal 'The Washingon Post'.

Foto: Reprodução \ Web Jeffrey Epstein, em fotografia tirada pela Divisão criminal de justiça de Nova York
Jeffrey Epstein, em fotografia tirada pela Divisão criminal de justiça de Nova York

Um médico da cidade de Nova York que fez um laudo do corpo de Jeffrey Epstein concluiu que o milionário se suicidou. A autópsia confirma que o homem de 66 anos se matou em sua cela de uma prisão federal dos Estados Unidos.

O gabinete do legista divulgou uma nota com a conclusão.

O jornal “The Washington Post” havia publicado um texto na quinta (15) na qual afirmava que fontes ligadas à investigação diziam que havia suspeitas sobre a causa da morte, que aconteceu no dia 10 de agosto.

Fora de observação

No fim de julho, Epstein já havia sido encontrado na sua cela do Centro Correcional Metropolitano de Nova York com ferimentos. Ele chegou a ser colocado em observação pela penitenciária, mas em agosto já não estava mais.

O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, já afirmou que houve irregularidades na cadeia. O FBI e o inspetor do Departamento de Justiça dos EUA investigam a morte.

O milionário tinha sido preso 6 de julho. Epstein aguardava julgamento por exploração sexual de menores.

Ele tinha relações com vários políticos e celebridades, e era acusado de crimes federais de que traficava mulheres menores de idade com fins sexuais.

Entre 2002 até 2005, uma rede de dezenas de meninas, algumas estudantes de ensino médio, com as quais mantinha relações sexuais em suas muitas propriedades, entre elas em Manhattan e na Flórida.

Fonte: G1

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