Polícia investiga se chacina em Mostardas tem relação com facção criminosa

Vítimas foram identificadas como Bruna Jaqueline dos Santos Dutra, Guilherme Lemos Costa, José Antonio Colares Machado, Marcelo Marques da Silva e Sabrina Cardoso dos Reis.

Foto: Reprodução \ Web Polícia investiga motivação e autoria dos crimes em Mostardas
Polícia investiga motivação e autoria dos crimes em Mostardas

A Polícia Civil investiga a morte de cinco pessoas em uma chacina em Mostardas, que ocorreu em uma boate, na madrugada do último sábado (10). Outras quatro pessoas ficaram feridas. Conforme o delegado regional do Litoral Norte, Heraldo Guerreiro, a suspeita é de que o crime foi praticado por uma facção criminosa que é conhecida por práticas violentas.

"Eles tinham um alvo, mas teve pessoas que morreram, que achamos que não tinham nada que ver. Dois homens tentaram sair do local e foram mortos", diz o delegado.

As vítimas foram identificadas como Bruna Jaqueline dos Santos Dutra, Guilherme Lemos Costa, José Antonio Colares Machado, Marcelo Marques da Silva e Sabrina Cardoso dos Reis. A polícia não informou as idades.

Os quatro feridos foram encaminhados para um hospital da capital gaúcha. A Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre disse ao G1 que, em casos de violência, não informa o estado de saúde de pacientes por medida de segurança.

'Investigação complexa'

Em um vídeo que circula nas redes, é possível ouvir um tiroteio. Conforme o delegado, a polícia trabalha com a hipótese de as imagens serem da chacina. Elas estão sendo analisadas nas investigações.

"As falas no vídeo nos levam a crer, bem como os vídeos começaram a circular após a chacina, ou seja, quem filmou tinha que mostrar para alguém", afirma Guerreiro.

No vídeo, os suspeitos entram gritando "deita, deita que é a polícia". Depois de efetuarem vários disparos de arma de fogo, um dos suspeitos diz ao sair do local: "Matei dois".

A Polícia Civil ainda não sabe ao certo quantas pessoas estão envolvidas no crime. Mas acredita que eram três ou quatro atiradores.

"Estamos analisando todos os vestígios e indícios. É uma investigação complexa e muito ampla no momento", diz o delegado.

Fonte: G1

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