Shoppings em Teresina devem seguir regras antes abrir as portas

A principal delas é a de evitar aglomeração dentro dos estabelecimentos, além disso, o uso obrigatório de máscara e a higienização.

Foto: Reprodução/Internet Shoppings devem adotar medidas de segurança
Shoppings devem adotar medidas de segurança

Os shoppings na cidade de Teresina estão previstos para voltarem à abrir as portas na terça-feira (04), das 14 às 20h. Para garantir o retorno seguro, a Prefeitura Municipal de Teresina e à Vigilância Sanitária decretaram algumas medidas de controle e segurança.

A principal delas é a de evitar aglomeração dentro dos estabelecimentos, além disso, o uso obrigatório de máscara e a higienização. Outras medidas adotadas são: 

- O cliente deve ser objetivo na hora da compra, dessa maneira, o tempo dele no local será mínimo;

- Evitar o contato excessivo e em muitos produtos,  assim, os produtos e a pessoa não irão se contaminar, e contaminar mais ou outras pessoas.

A gerente de Vigilância Sanitária da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Jeanyne Seba, garante que com essas medidas será possível evitar a transmissão da Covid-19 entre as pessoas. “Este ainda não é um momento de lazer. Por isso, toda a parte de lazer e alimentação permanece fechada no momento”, acrescenta.

Os órgãos públicos ainda pedem para os estabelecimentos disponibilizarem pias e/ou álcool 70% para que as pessoas possam higienizar as mãos, tapetes sanitizantes e aferição de temperatura nas entradas. Além dessas medidas, os órgãos solicitam sinalizações educativas sobre a prevenção correta contra à Covid-19.

Orientações

Outra medida apresentada é que as pessoas nestes locais troquem a máscara a cada três horas, isso quando as proteções estiverem úmidas. Ao fazer isso, a máscara deve ser retirada pelas ligas que vão atrás das orelhas e deve ser colocada em saco plástico. As mãos devem ser higienizadas antes e depois de movimentar a máscara, seja ao tocar, tirar e colocar.

Outra recomendação é que as pessoas só se desloquem aos shoppings quando for realmente necessário. "O momento ainda é de cautela”, orienta Jeanyne Seba.

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