Suspeito de ser o pivô no desaparecimento de adolescente é conduzido para delegacia

A delegada ainda relatou que Ismar Gonçalves pode ser indiciado dependendo de como tudo aconteceu

Foto: Reprodução \ Web A estudante Giovanna Gabriely Belém Oliveira, que estava desaparecida, foi encontrada no final da ultima quarta-feira (06).
A estudante Giovanna Gabriely Belém Oliveira, que estava desaparecida, foi encontrada no final da ultima quarta-feira (06).

Um mototaxista foi detido na manhã desta quinta-feira (7) suspeito de ajudar no desaparecimento da adolescente Giovanna Gabriely. Após denúncias feitas pela própria irmã, Ismar Gonçalves Bastos Filho, 31 anos de idade, prestou depoimento e foi conduzido por policiais militares do 8° Batalhão de Polícia Militar à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).

A polícia civil não informou se Ismar confirma a denúncia a Dpca segue investigando o caso.

Segundo informações do secretário de segurança Fabio Abreu, os pais da adolescente ainda não conseguiram ver a filha. Giovanna fez insinuações envolvendo o próprio pai, a justiça será comunicada do caso. “São informações de uma certa forma graves, nós não poderíamos estar fazendo essa devolução dessa jovem sem fazer as observações aquém está recebendo. Principalmente pelos relatos que ela faz em relação ao pai”, diz o secretário em entrevista à imprensa.  

A subsecretária de segurança, delegada Anamelka Cadena, contou que a possibilidade de estupro entre a jovem e o homem não pode ser descartada, e que o caso está em fase de investigação e por isso tem que ter o cuidado de preservar a imagem da menor.

“Tudo vai ser avaliado mediante as imagens que foram coletadas, os depoimentos que foram colhidos, as pessoas que forem ouvidas vão trazer a dinâmica de todo o processo desde o momento que ela saiu da prova. Então tudo isso vai ser avaliado e as possibilidades já foram colocadas preliminarmente vão ser apontadas como aquela depois de ser sedimentadas esses elementos, como aquela que realmente aconteceu”, explica a delegada em entrevista ao Jornal do Piauí (TV Cidade Verde).

 A delegada ainda relatou que Ismar Gonçalves pode ser indiciado dependendo de como tudo aconteceu “A gente precisa saber se foi realmente por livremente consentido, como aconteceu essa dinâmica da hora da saída até a permanência, então tudo isso tem que ser meticulosamente avaliado, para se perceber se não tem a possibilidade do enquadramento em alguma modulação sim. A gente não pode falar em estupro de vulnerável, em termos de violência sexual, mas é preciso observar se houve nessa dinâmica alguma outra prática ou alguma conduta que esteja equivocada e possa ser enquadrada”, afirma a subsecretária.

Deixe seu comentário